Arquivos do mês de March, 2009
Sem ideia para um título interessante…
Oi Pessoal,
Desculpe a sumida. Esse finde eu tive uma amidalite que acabei indo parar no hospital, de modo que respirar era complicado. Como se não bastasse, passei o fim de semana e o início dela todod febril, me entupindo de remédios e a base de sopas… Mas não se preocupem (ou comemorem) pois estou bem melhor…
Passei hoje só pra postar um teste que fiz com um desenho feito na folha do meu caderno de trabalho, artefinalizado com caneta bic preta, que após uma rápida edição photoshópica para apagar as linhas azuis me deu a ideia de fazer uma hq aleatória qualquer nas folhas do caderno, rsrsrsrsrsrsr… Mas por enquanto são só delírios… Confira o resultado:

Como assim a Jean Grey voltou dos mortos DE NOVO????*
(*) Ok, é só uma piada clássica de fã de hq revoltado com esse morre-ressucita, até o momento de publicação deste post Jean Grey continua mortinha da silva, rsrsrs.
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Porradaria pura e sem sentido, que eu adoro!
Após a febre Street Fighter IV, é sempre bom procurar novas alternativas de porradaria pura e sem sentido. E eu como fã de jogos de luta achei uma bem legal: BLAZBLUE – CALAMITY TRIGGER.
O jogo foi produzido pela ARC System, a mesma que criou Guilty Gear. Embora o design seja familiar, a princípio Blazblue não se passa no mesmo universo. Segue abaixo um resumo da história:
Há muito tempo atás, a humanidade quase se extinguiu nas mãos da “Besta Negra”, uma criatura que surgiu da mais profunda escuridão. A Besta possuia um poder incrível, e parecia que o tempo do homem tinha chegado ao fim. Foi então, na hora mais negra da humanidade, que seis heróis de origem desconhecida apareceram para derrotar a Besta. Trouxeram com eles, o antigo poder da “magia”, que eles compartilharam com a humanidade de livre vontade. Passando seu conhecimentos para a formação de novas e mais poderosas armas, a humanidade descobriu um processo pelo qual eles poderiam mesclar sua própria tecnologia com o poder da antiga magia. Foi desta forma que a humanidade criou o “Armagus”, e descobriu um poder muito além do que magia ou tecnologia por si só poderia ter-lhes dado. (nota: AHHH MECAMAGIA, PHOOOODAAA!!!!!!)
Com esse poder recém descoberto, a humanidade enfrentou a Besta novamente, dessa vez com os seis heróis lutando ao lado deles. Depois de muitas batalhas sanguinolentas, a Besta finalmente caiu, terminando o que viria a ser conhecido como “A Primeira Guerra da Magia”. Os heróis que tinham lutado ao lado humano guerreiros na Primeira Guerra da Magia foram imortalizado por suas ações, e através de gerações veio a ser conhecido como o “Seis Heróis”.
Foi durante a Primeira Guerra que foi formada uma organização para regulamentar a utilização do “Grimoire Armagus”, os textos de ensinamentos sobre o Armagus. Chamado de “New World Void Space Cue Administration Bureau”, foi esta organização, bem como o poder é exercido através da utilização do Grimoire Armagus, que trouxe grandes avanços em todo o espectro da tecnologia humana. Esses avanços jogou a humanidade em um vasto e abrange processo de reconstrução.
Décadas se passaram desde que o Bureau estabeleceu-se como uma ditadura e os Armagus tornaram-se o fator decisivo em quase todos os assuntos da humanidade. Isto levou a uma grande disparidade socioeconômica entre aqueles que exercem o poder de Armagus e quem não pode. O clima estava tenso, até que surgiu uma organização rebelde chamada “União Ikaruga”, desafiando a autoridade totalitária do Bureau. Com a criação da União Ikaruga, começaram as hodtiliades que culminou n’”A Segunda Guerra da Magia”. Foi este conflito, que também veio a ser conhecida como “A Guerra Civil Ikaruga”, que viram os seres humanos usando o poder do Armagus contra um outro, pela primeira vez.
A Segunda Guerra chegou ao fim com a destruição da União Ikaruga. Com medo de novos conflitos, o Bureau consumou a sua subjugação da população, emitindo o seguinte decreto:
“Quem escolhe a desafiar o New World Void Space Cue Administration Bureau será punido com a morte, sem exceção.”
Vários anos depois do fim da Segunda Guerra, uma das mais bem armadas e poderosas sucursais do Bureau foi totalmente destruída. Os poucos sobreviventes falaram que isso foi obra de um único homem, que com sua fúria destruiu tudo e todos em seu caminho.
Seu nome era “Ragna, the Bloodedge“, que declarou guerra contra o Bureau, lutando para quebrar seu punho de ferro sobre a humanidade, declaraando guerra contra o próprio mundo.
Eu não consegui maiores informações sobre os personagens, apesar do design legal, em alguns pontos achei muitas semelhanças com o Guilty Gear:
Shishigami

Seria um Galford com seu megaprego?
Arakune

Tenha medo do nanquim…
Litchi Faye Ling

Mais uma artista marcial… hum… pra mim não fedeu nem cheirou
Taokaka

Adoro esses personagens fofos/bizarros que a Arc cria…
Rachel Alucard

Gente, por um instante achei que tava vendo uma versão dark da Maria, do Castlevania Judgment…
Iron Tagar, The Red Ogre

Hum… Um grandão com megabraços… Onde já vi isso antes?
Noel Vermillion

Amei, parece mais uma Gunmage de Asgardia!!!
Jin Kisaragi

O ‘Ken’ da máquina e pela abertura rival do Ragna… Alguém se lembrou do Ky Kiskee?
Ragna The Bloodedge

O ‘Ryu’ da máquina… A atitude lembra bastante o Soul Badguy…
A versão caseira deve sair para PS3 e XBOX 360 ainda esse ano. Apesar de todas as semelhanças com o Guilty Gear, acho que me divertirei muito jogando isso…
Fica a expectativa!
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BONUS STAGE!!
Um Videozinho dos combos e especiais dos personagens:
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Molecagens no Gimp
Hoje a molecagem é meio diferente… Deveria se chamar Asuszagem ou Gimpagem, rsrsrsrs. Como eu ainda estou sem computador em casa, decidi testar a capacidade do Asuszinho e testar se o tablet funcionaria legal… Aproveitaria para testar alguns recursos do Gimp portable, já que eu só o usava basicamente para recortar imagnes e retocar levemente as fotos. Decidi ser extreme, iria fazer um desenho pela tablet nele…
Comfesso que o fato do Gimp estar em português ajudou bastante. Engraçado que no photoshop é justamente o contrário… Uma vez testei a versão em português e fiquei tão perdido que desinstalei na hora. A interface do Gimp ou mesmo tempo é semelhante e totalmente diferente da so Photoshop… Falo isso por eu estar muito acostumado com o programa da Adobe, mas felizmente alguns atalhos são os mesmos…

Não reparem o pequeno grande caos na minha mesa…
Instalada e testada a tablet, começou o trabalho… Eu não sei se foi incompatibilidade com o Gimp ou alguma configuração que eu deveria fazer, mas a borracha da caneta da tablet não estava funcionando. O que não foi tão desesperador. assim eu poderia explorar melhor as ferramentas do programa. Outra coisa que eu vi foi que não consgui diferenciar a pressão do traço. O que frustrou um pouco, mas não impediu de eu fazer o desenho, como vocês podem ver etapa por etapa:





E o resultado final:

PERDEU ALGUMA COISA?
Levei uns 45 minutos e achei que foi uma experiência bastante válida. cada vez mais estou gostando de estar perdendo a má impressão que tinha do Gimp.
ps: quero agradecer ao ilustrador Mozart Couto, cujo blog e trabalhos com o gimp me inspiraram a tentar…
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Porradaria nos Quadrinhos
O Estúdio Udon, responsável pelo redesenho dos personagens Super Street Fighter HD Remix, além de publicar diversos títulos baseado nos jogos da CAPCOM, lança uma mini-série em 4 edições de Strret Fighet IV.
O legal são as capas variantes, mostrando os especiais dos personagens.. Clique nas imagens abaixo para ver a miagem completa:
Não há como negar, a capa mais phoda e clássica é a do Ryu!
Eu gosto muito do trabalho que a Udon vem fazendo nos títulos de Street Fighter. A trama ficou bem legal, o desenho é muito phoda. Embora achei que o quando eles refizeram os gráficos do Super Street HD Remix algumas proporções ficaram estranhas. Alias é o designer reponsável pelos redenhos do jogo que fez essas capas acima…
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Quer se sentir um merda? Te mostro como…
Você, amigo desenhista, que tem se sentido mal, por produzir pouco, por não achar que seus trabalhos estão bons o bastante… Veja as imagens abaixo (que estão propositalmente numa resolução baixa, mas se você clicar nelas você pode ver uma versão gigrotesca):
Agora que você viu o que esse croata de 27 anos é capaz de fazer, clique agora mesmo no devianart dele e em seguida começa a treinar que nem um louco para ficar tão bom quanto ele:
http://nebezial.deviantart.com/
Ou então passe horas se lamentando e se joga na parede e quica pra janela…
ps: A Mattel tem que contratar esse cara pra desenhar uma hq de She-ra… Essa Horda dele realmente dá medo. Até o Mantena está assustador!!
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Monge Metaleiro
Cesar Binozzi é um frade fransciscano de 62 anos da ordem religiosa dos capuchinhos. Daqueles bem clássicos: calvo, barba longa, gordinho, jeito sereno… A não ser por um único detalhe: ele é vocalista de uma banda de heavy metal italiana chamada Fratello Metallo (Irmão Metal). A banda já tocou no Gods of Metal, um dos maiores festivais de Metal do mundo e possuí mais de 15 álbuns lançados de fome idependente.

Se olhar torto te quebro ao meio!!
Segue abaixo uma reportagem sobre eles:
Se quiser saber mais e seu italiano estiver em dia clique aqui.
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Agora sim, um fã completo!
Sou fã confesso de Fullmetal Alchemist. Confesso que de início não ia muito com a cara da série, mas depois que vi os primeiros episódios me apaixonei. O mangá também não fica atrás. O traço da mangaká Himoru Arakawa é limpo, porém bem estilizado. Confesso que queria desenhar tanto quanto ela, rsrsrs… Quanto a série de anime, gostei dela ser curta e do final alternativo, que é bem diferente do mangá ainda publicado. Uns podem torcer o nariz, mas gosto bastante das tramas políticas da série.
Bom isso tudo é pra dizer que eu finalmente consegui adquirir duas action figures da série: Edward e Alphonse Elric, da série FMA Play Arts.

Não sei se essa série é verdadeira ou um produto não licenciado, já que na caixa não aparece o fabricante (se aparece, não consigo ler). O legal dessa série é que os bonecos vêm com diversos acessórios extras. Por exemplo, o boneco do Edward vem com duas mãos sobressalentes, mais três braços intercambiáveis… O problema é que eu não consegui trocar o braço de jeito nenhum. Em parte foi por medo de estragar e por estar bem preso. A única coisa que lamentei um pouco foi dos bonecos não terem a proporção correta do anime, mas foda-se… Os bonecos são fodas. E o mais legal, foi que comprei bem mais barato numa loja online bem legal a Japapop. Lá tem diversas coisas legais para o colecionador fã de animes… Eu recomendo…
Bom é isso…
Deixa eu curtir meus brinquedos novos…
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Desenhar para os outros é uma merda…
Eu sei que esse tipo de post é queimação na certa. Mas tem certas coisas que não descem pela garganta.
Eu tenho uma filosofia simples/regra em relação a trabalho: Eu não discuto com quem sabe mais do que eu. Por mais que eu tenha assitido CSI, eu não vou chegar para um perito criminal e dizer que a conduta dele está errada. Tampouco vou discutir como de deve fazer um sistema com um programador. Nem ensinar um piloto de fómula 1 a dirigir um carro. Logo, espero que as pessoas a minha volta entendo que sou capaz no que faço e não fiquem bancando os gurus sem terem certeza do que estão falando…
Eu sei que não sou um fodão no webdesigner. Acho o meu trabalho competente e sei que apesar de mexer legal no flash, eu tenho minhas limitações e muito o que aprender. Por isso nem me chateio muito quando vem aquelas criaturas maravilhosas chamadas de clientes e discutem com você. Afinal todos os clientes, são webs formados, premiadíssimos designers e excelente técnicos de futebol. E vale lembrar que eu não fui contratado pelas minhas opiniões e experiência no ramo, e sim para fazer do jeito que o cliente quer. Muito desses casos ligo o foda-se e me concentro em fazer o meu trabalho, por mais que me incomode o cliente usar a justificativa de que por ser usuário de internet sabe o que está fazendo.
Mas existe uma coisa que incomoda muito. E é isso que me leva a segunda regra: Eu não gosto de trabalhar com outras pessoas em nada que se refira a quadrinhos. Eu evito o máximo que posso. O porque é simples: pra mim trabalhar com quadrinhos requer um pouco de paixão além do esforço profissional exigido. E me incomoda as vezes trabalhar em algum projeto em que a pessoa só me queria como desenhista, sem poder contribuir com o trabalho… Não sou bom em alugar o meu traço, talvez se estivesse recebendo muito bem. Eu penso que, se nas grandes editoras, como a Marvel e DC existe diálogo entre argumentista e desenhista porque num projeto fuleiro eu me submeteria a simples papel de ‘desenhador’? Pior é ter que ficar ouvindo piadinha sobre você não saber desenhar de quem não entende nada do assunto e ainda se acha… Se ainda fosse uma pessoa profissinal no assunto, eu nada diria, mas aí entra naquela questão dos clientes.
Eu sei mais do que tudo que não sou um quadrinhista fodão. Se fosse estaria escrevendo/desenhando pra alguma editora… Mas eu sei que sou competente no que faço e que gosto de contar boas histórias. Não sou um Alex Ross e sequer chego as unhas do George Peréz, mas mesmo assim acho que mereço respeito…
Podem chamar minha postura de anti-profissional, o escambaú a quatro. É o que eu penso, se não te agrada, alugue um sobrinho e seja feliz.
E eu tenho fé que um dia vou trabalhar em algum projeto decente de quadrinhos com uma equipe legal…
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Rabiscos RPGísticos – Gunmages
Mais um desenho, inspirado em Asgardia:

Como sabem, minha ambientação medieval, Asgardia, é uma colcha de retalhos das coisas que acho legais nos rpg de mesa, rpgs eletrônicos, jogos de luta, animes, mangás, hq’s e etc. E uma das coisas que eu mais achava legais no Esferas RPG, que eu escrevi em parceria com os meu amigos Carlos Kimick e Márcio Lima era as Mecamagia. Que nada mais é do que usar magia para fazer máquinas funcionarem… E como não poderia deixar de ser, existem mecamagos em Asgardia, então pensei em criar uma classe de magos porradeiros, no qual usei o nome de Gunmages. Seriam Mecamagos especializados em armas, logo, seriam bons em combates. Até pensei numa subclasse para os anões Gunmages, chamada Berserkers…
Bom, por enquanto é isso…
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Molecagens – Berserker
Esses são os tipos de caras que você nunca quer por perto quando estão nervosos…

Hoje resolvi molecar sobre esses guerreiros insanos, conhecidos por sua fúria incontrolável como máquinas de matar ambidestras… Há uma divergência sobre o termo nórdico “baresark“, que podia referir-se a “camisa simples” ou ao uso da pele de um urso na batalha (significando “camisa de urso”, em nórdico), da mesma forma como os Ulfsarks usavam peles de lobo. Outra tradução possível é “sem camisa”.
Na mitologia nórdica, os Berserkers eram guerreiros nórdicos ferozes fiéis ao deus Odin. Eles entravam em fúria assassina antes de qualquer batalha. Alguns historiadores citam que essa fúria poderia ser induzida pelo consumo de cogumelos alucinógenos. As lendas contam que eles iam ao combate totalmente despidos (algumas outras também citam que eles se banhavam em sangue de urso anttes do combate). Esses guerreiros entravam em tamanho estado de fúria em combate que dizia-se que suas peles podiam repelir armas. Lendas mencionam gangues de berserkers com doze membros cujos aspirantes às mesmas tinham que passar por lutas ritualísticas ou mesmo verdadeiras para serem aceitos. Alguns berserkers tomaram como nomes björn ou biorn em referência aos ursos.
Eu lembro que o meu primeiro contato cultural com os berserkers foi quando assiti ao anime Record of Lodoss War, quando apareceu o personagem Orson (olhaí… Orson lembra Orso, que é Urso em espanhol)…
Na história Orson é um mercenário de poucas palavras que atua com a sua parceira Shiris… Ele mantém uma postura impassível diante das outras pessoas por saber da sua condição de Berserker. Na série de TV que é revelado que um espírito maligno chamado Hyuri se apossou dele quando ele assistiu a sua irmã sendo agredida por bandidos.
Ele é secretamente apaixonado por Shiris; sua fúria é desencadeada quando vê-la em perigo mortal, e só ela é capaz de fazê-lo voltar ao normal. No entanto, devido a sua condição não admite os seus sentimentos por ela. Na série de TV, ele morre protegendo Shiris de Ashram, e é só então que descobre os verdadeiros sentimentos que ela nutria por ele.
ps: Em inglês existe a expressão to go berserk, que significa ficar violento, enlouquecido, incontrolável.
ps2: Apesar das lendas, o Berserker existem… O meu chefe, por exemplo, é um deles.
ps3: Eu lembro que uma vez jogando Werewolf enfrentamos um Gurahl (werebear) em frenesi… Quase foi a pior surra que a minha matilha tomou na vida…
ps4: Em Lodoss, TODAS as espadas caiam em pé…
ps5: Esse artigo não seria possível sem a ajuda da Wikipedia!
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