Arquivos do mês de November, 2008
Meu chá esfriou, não sei porque…
Cinco anos.
Esse foi o tempo que separa o lançamento do mais novo cd de inéditas da cantora Dido (inspiração confessa do alter-ego da minha sorte) Safe Trip Home – lançado este mês – de Life for Rent, de 2005. O que esperar desse novo trabalho?
Eu te digo agora, como fã e apreciador do trabalho dela…
Desde que conheci o trabalho da jovem londrina Dido Florian Cloud de Bounevialle Armstrong (curiosidade: seu nome, Dido, vem de uma rainha guerreira africana), me apaixonei por sua voz suave e suas músicas levementes dançantes. Eu chamaria de pop cotidiano, pois se minha vida fosse uma série de tv, estaria lotada de músicas dela como trilha sonora para ilustrar as situações da minha vida, das mais importantes até as mais triviais…
Nesse terceiro trabalho ela volta bem mais madura mas o estilo continua o mesmo, confesso que a primeira vista não havia gostado do primeiro single lançado no site dela, Look no Further, não havia me cativado muito. Me lembrou um pouco a parte “chata” de Life for Rent, onde acho que ela fez algumas experimentações. Mas ao ouvir Don’t Believe in Love me entreguei de vez. Era Dido sendo Dido e ouvindo o CD todo vi que Look no Further não era tão ruim assim.
Só espero que ela não demore mais cinco anos para lançar um novo álbum.
ps:Bom, eu ia postar o clipe de Don’t Believe in Love aqui, mas como o link direto não estava disponibilizado, clique na imagem abaixo e assistam.

ps2: O título do post é referência direta de uma música dela, você sabe dizer qual?
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SHAZAM!!! (ou quase…)
Quer ser um super-heroí com seu próprio vídeo demonstando os seus poderes e não sabe como?
Clique na imagem abaixo e saiba como:

Aproveite e faça o seu!
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Batman – The Brave and The Bold – review
Assisti nesse findi ao primeiro episódio da nova série animada da DC: Batman – The Brave and The bold.

Essa animação é inspirada no gibi do mesmo nome, onde dois héroís da DC se encontravam para resolver um caso. Por exemplo, foi nessa revista que teve a primeira aventuras dos Jovens Titãs. Com o tempo a revista passou a ser protagonizada pelo Batman mais algum personagem DC, famoso ou não…
A proposta do desenho é num tom mais infantil, com um batman que lembra muito o dos superamigos com o da clássica série de tv que se encontraria todo episódio com um heroí da DC. Os próprios produtores definiram esse Batman como “Um Adam West com culhões”.
E não é que conseguiram?
Eu confesso que esperava uma animação infantilóide. O que eu encontrei foram roteiros simples, divertidos, bem executados e ótimas sequências de ação. E esse Batman é O modafucka. Outro fator bem legal é a trilha sonora, lembrando esses seriados antigos de ação. O primeiro episódio tem a participação do Arqueiro Verde, no seu visual era de ouro e do Besouro Azul, na sua versão mais recente. Achei bem interessante essa mistura de personagens de diversas eras. Nos outros episódios estão confirmadas as presenças de Aquaman, Tornado Vermelho e Homem-elástico (Plastic Man).
Segue o preview do desenho mostrado na San Diego Comic Com:
Bom, para quem gosta de joguinhos de porrada temos um do desenho, onde você controla o Cavaleiro das Trevas combatendo piratas espaciais com a ajuda do Besouro Azul. Para jogar é só clicar na imagem abaixo:
Se a série mantiver a qualidade do primeiro episódio, tem tudo para ser um sucesso…
ps: A série por enquanto só está pasando lá fora, no cartoon Network e ainda não há previsão de passar no Brasil.
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Entre Crises e Invasões…
Por mais legais e bem produzidas, as megas-sagas tem apenas um objetivo: aumentar as vendas, prometendo mudanças bombásticas, com mortes impactantes (ou não) – já que todo mundo volta, afinal… Pior de tudo, sempre tem aqueles leitores fiéis que irão acompanhar. Eu acho que o problema é que agora a onda é um evento atrás do outro, e isso envolvendo bilhões de títulos relacionados, obrigando o leitor a gastar ainda mais dinheiro, sendo que na maioria das vezes – as histórias vendidas como essenciais para acompanhar a saga maior de nada acrescenta.
Cito dois exemplos: Crise Final e Invasão Secreta (ambos ainda inéditos aqui em terra brasilis). O primeiro, promete ser o evento definitivo, fechando a triologia das crises (que começou com a majestosa Crise nas Infinitas Terras, seguiu anos depois com a Crise Infinita – que teve seus bons momentos). Apesar de escrita pelo talentoso (pra não dizer genial) Grant Morrison, o evento se arrasta, num ritmo chato. Eu li até a edição 4 (de 7) e nada significante aconteceu…
Particulamente nesse ponto tenho que admitir que a Casa das Idéias tem levado vantagem em suas mega sagas… Desde Guerra Cívil, que teve milhões de edições interligadas – das quais não li nenhuma, o que de nada atrapalhou a leitura – a Marvel tem conduzido melhor as coisas. A Invasão Secreta segue bem, com boas sequências de ação e bom enredo. Não é à toa que as vendas de Invasão está batendo de longe as da Crise.
Esses mega eventos me lembram quando eu desenhava os meus quadrinhos e adorava fazer mega-sagas revolucuinando todo o meu universo de heroís (qualé, pessoal… quem nunca teve o seu que taque o primeiro encadernado de luxo do Reino do Amanhã). Curioso que eu sempre começava pelo segundo número, pois achava um saco ter que fazer uma edição explicando tudo. Só quando encadernava as sagas aí é que eu desenhava o número 1, rsrsrs.
Pois bem inspirado pela safadezas dos grandes Cross-overs, resolvi criar o meu, envolvendo todos os personagens das séries que criei nesses últimos tempos. Orgulhosamente lhes apresento:

Antes que vocês comecem a se empolgar, vou logo avisando que essa Crise nada mais será do que ilustrações de confrontos entre os meus personagens, afinal não preciso de um motivo muito forte para dois personagens distintos se porrarem, certo?
E vamos à peleja:
O pessoal da antiga vai reconhecer um velho personagem meu, da época que eu ainda era magro: Stefan Wess, que surgiu originalmente de uma paródia do Mundo das Trevas, intitulado World of Happiness, aqui na sua versão ‘ultimate’ também conhecida como The Wess contra uma criação recente: o Thor, do ByM Adventures. Com certeza essa seria uma briga das boas. Quem vocês acham que ganha essa disputa?
ps1: Mas nem tudo são críticas à DC. Ano que vem vai ter A Noite mais densa, nova saga com os Lanternas Verdes, que espero que seja tão pguderosa quanto à Guerra do Anel (publicada aqui pel Paninni).
ps2: a idéia e fazer capas fakes da Crise Criativa, mas a ilustração ficou tão legal nesse tamanho que resolvi manter…
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Batman TDK em 8 bits
Um nerd desocupado e muito criativo produziu a versão 8-bits nintentista do jogo Batman – O Cavaleiro das Trevas…
Pode ser fruto de um desocupado, mas que ficou legal, ficou!
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Quando seu pai é o Pateta…
Engraçado como eu gosto de certas “trasheiras” da Disney. Tirando os mega-clássicos, como a Bela e Fera, Pequena Sereia, O Rei Leão. Eu sou fã dos menos conhecidos e não tão sucessos, como Planeta do Tesouro, O Ratinho Detetive e por último, mas não menos importante: Pateta, o Filme.
O filme, lançado em 1995, é inspirado no desenho A Turma do Pateta (Goofy Troop, no original), mas não tem uma ligação com a série. Max e BJ estão mais velhos que na série original e a esposa do Bafo, Meg e sua filha mais nova Matraca não são citadas na série. A história começa no último dia de aula, quando Max improvisa um show -encarnando o megastar Powerline, discaradamente inspirado em Michael Jackson – com a ajuda de BJ e do insano Bobby bem no meio do discurso final do diretor no auditório da escola. Isso tudo para impressionar Roxanne, a garota pela qual ele é apaixonado. O show não termina muito bem e Max e cia. vão para detenção…
Quando é avisado pelo diretor da loucura que o filho fez, Pateta fica desesperado, achando que o seu filho está se desvirtuando. Logo ele tem a odéia de que precisa passar mais tempo com o filho. nesse meio tempo, Max, além de consquistar o respeito de todos na escola, consegue combinar com Roxanne de verem juntos o show do Powerline pela TV. Nada poderia dar errado. A não ser a notícia de que seu pai programou um fim de semana de férias com o filho. Como se não bastasse, ao tentar contar para Roxanne a -má- notícia, Max inventa que seu pai é amigo de Powerline e que ele estará no grande show, no palco ao vivo, acenando para ela…
Daí por diante são mil confusões e trapalhadas, mesclando com bons momentos de um relacionamneto de pai e filho. De um lado o filho metido a sabetudo, de outro um pai careta, mas que sabe muito bem o que os outros pensam dele…
Como não podia deixar de ser, um dos destaques do filme é a trilha sonora das quais destaco aqui três músicas:
After Today (versão original em inglês e a versão em português, que ficou ‘A Vida vai melhorar, se eu tentar…’)
inglês:
português:
Stand Out:
I2I (se não quiser ver o final do filme, não veja esse clipe):
No fim, um filme imperdível, que infelizmente nunca saiu em dvd aqui no Brasil…
ps: O filme teve uma continuação, que nem de longe é tão boa quanto a original…
ps2: A Turma do Pateta foi uma inspiração direta para o World of Happiness (paródia do Mundo das Trevas), uma série antiga que publiquei no antigo zine Quando os Dados Rolam da Akritó Editora.
ps3: No início eu ia apenas postar uma versão multi-linguagem de After Today, mas não achei nenhuma que prestasse. Como seria insano demais colocar dez versões do mesmo clip num único post, optei apenas pela versão original e a versão em nossa língua…
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Eu acredito em J.J. Abrams!!
O Omelete desponibilizou para os fãs o trailer legendado de Star Trek.
Eu gostei muito. Aliás não vejo como pode dar errado. Eu passei a respeitar muito o trabalho do J.J. Abrams depois que vi ao terceiro Missão Impossível (o melhor da franquia). Eu não era muito fã de Alias (só vi a primeira temporada e um ou dois episódios da segunda), também não vejo Lost (desculpe, vou esperar a série acabar e depois vejo tudo de uma vez) – mas reconheço o fenômeno que a série é e sempre procuro lera respeito, Já Fringe vi só so primeiros episódios e estou achando bem interessante…
Pena que Maio nunca esteve tão longe…
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