Arquivos do mês de December, 2007
Cartão de Natal de 2008 – passo a passo
De uns anos pra cá tornou-se uma tradição minha fazer um desenho do Bloody Klaus como cartão de natal. Dessa vez resolvi fazer uma passo-a-passo explicando como foi o processo de criação do cartão desse ano.
1- O esboço
Sempre que eu desenho o Bloody Klaus, imagino ele como um rei bárbaro, de terras gélidas distantes… A idéia do cartão desse ano seria expressar conquista. Então pensei na clássica pose do rei em seu trono, bebendo em comemoração às suas conquistas. Uma das referências foi a cena final do filme Conan, o Bárbaro – onde ele está pensativo. No meu caso pensei dele bebendo. Foi aí que pensei: “E se ele tivesse um dragão subjulgado aos seus pés?”. Gotcha!! Tava pronto o esboço, feito com grafite 0,5 azul no meu caderninho de esboços…
2- Primeira arte-final
O passo seguinte foi uma “primeira camada” de arte-final, usando uma caneta nanquim 0.1 dessas descartáveis. Dois modelos bem conhecidos são os da Faber-Castell e da Uni-pin. Eu recomendo as da Faber-Castell. Apesar de serem mais caras, são mais macias em relação às da Uni-pin. Aqui usei a 0.1 para definir o desenho, ainda sem sombreados.
3- Segunda arte-final
Usando as canetas 0.3, 0.4 e.0.5, defino as sombras e o resto dos detalhes, como a pele do Dragão.
4- Retoques digitais
Após escanear a imagem, colorida em 300dpi, vamos ao Photoshop. Aqui estou usando o CS3, nem tanto pelos recursos, mas por ser mais leve que o CS2. Abrindo a imagem, tranformo-a em grayscale, faço dois ajuste de levels. Primeiro, um ajuste automático (Shift+Ctrl+l) depois um personalizado. Em seguida, transformo a imagem em bitmap com 50% threshold, convertendo novamente em seguida em grayscale e depois em RGB.
5- Colorindo
Aqui estão demarcadas as cores básicas da ilustração. Após isso eu faço o colorido selecionado cada grupo de cor acrescentando volume ao desenho… Depois é só escrever a mensagem e o resultado final você conferem logo abaixo:

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Quer um iPhone? Te digo como ganhar um…
Eu tava lendo o blog do meu amigo Janio quando deparei com essa notícia: o Secundum, do Jobson Lemos está sortenaod um iPhone zero bala. Para saber mais clique aqui!
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Desventuras
Hoje falo sobre uma série de contos publicados pelo meu amigo e cumpadre Carlor Klimick, mais conhecido aqui no ByM Happy e no ByM Adventures como Sr.K. Desde longa data sou fã dos contos escritos por ele, mas hoje vou abordar uma das séries criadas por ele, intitulada Desventuras, ambientada em Terra Nova.
Antes uma breve explicação sobre a ambientação dos contos:
Terra Nova busca ser uma ambientação de fantasia medieval com um enfoque brasileiro. Este enfoque, sabor, som etc busca estar presente na mistura das raças, na relação com os deuses, nos deuses em si, nos reinos etc.
“A “terra nova” é uma massa de terra a oeste do velho continente, separada deste por um oceano que se leva seis semanas para cruzar. Ao que tudo indica, esta terra foi colonizada por migrações de humanos, elfos e povos pequenos, vindos há cerca de 6000 anos de um velho continente assolado por guerras.
Estes povos trouxeram suas crenças, costumes e magia, mas, ao invés de manterem suas culturas separadas, eles se misturaram entre eles e com as culturas nativas que na Terra Nova já estavam quando eles chegaram. Tal mistura, entretanto, não parece ter sido sempre pacífica e harmônica, principalmente em relação aos nativos, que foram apelidados de “orcos” pelos colonos, por se “assemelharem aos terríveis orcs do mundo antigo”. Uma comparação que agora me parece um tanto injusta, usada possivelmente como desculpa para submetê-los.”
Nessa fascinante ambientação, Klimick ambientou a sua série, enfocada nas aventuras de Desiago Vitrúvio, recém-expulso da Academia de Magia de Ervantes e proibido de praticar magias. Com as economias acabando, ele começa a pensar nas opções para conseguir sobreviver, até que por acaso é contratado pela neta da dona da birosca onde frequenta para achar o gato perdido da avozinha dela… Um enredo simples que rende uma divertida investigação – para nós, leitores – com direito a uma reviravolta no final ao meu ver genial na sua simplicidade… Deixando um gostinho delicioso de quero mais…
Bom deixando de falação, clique nos links abaixo e deleite-se:
Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3 (final)
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Como gostaria que fosse mentira…
Recebi hoje de tarde que um grande amigo querido, uma pessoa que eu tinha um amor muito grande e admiração faleceu, nesse último dia 3. Eu ainda não soube do que ele faleceu, e falando sério nem tenho cabeça para pensar nisso. Quando eu tive numa de minhas crises ele, mesmo de longe, me dava apoio. Era um dos meus maiores fãs, sempre me estimulava a continuar e sempre quis que eu fizesse um desenho dele… A última vez que o vi pessoalmente foi em fevereiro desse ano. Depois tentamos nos ver em julho, quando estive em sampa, sem sucesso; após isso nos falávamos constantemente pelo msn… Adorava as curiosidade da Madonan que ele me contava – ele era um grande fã…
Claro que como toda boa amizade tinhamos brigas… Mas no final sempre nos acertavámos…
Odeio essa sensação das coisas que gostaria de dizer pra ele, dos bons momentos que queria passar com ele, dos sonhos…
Eu entendo/racionalizo que a morte é só um ciclo…
Mas bem que podia ser menos doloroso pra quem fica…
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Heroes – POWERLESS
SPOOOOOOOOOOOOOOIIIIIIIIIIIIILEEEEEEEERRRRSSSSSSSS
Ok… Posso dizer que foi culpa da greve de roteiristas, posso citar que foi por causa do orçamento, ou a pressa de se redimir perante o público. Mas digo que o episódio ‘final’ da segunda temporada de Heroes deixou a desejar. Não está ruim, mas sabe quando falta alguma coisa? Quando você está jogando RPG e o mestre usa algum artifício para acabar logo a partida?
Pode ser minha expectativa a la Marvel Super Heroes de se esperar efeitos mirabolantes, coisas meio bombásticas… Mas o keito apressado em que se encerrou o arco me fez lembrar o quarto filme do Harry Potter. Bom vamos aos altos e baixos desse segundo ano:
- Noah Bennet roubou a cena! Eu já achava o cara foda, mas nesse arco ele se superou… De todos os personagens humanos, ele é o mais legal.
- Suresh roubou o lugar emo que foi do Peter nessa temporada. Ele mais parecia uma barata tonta sem saber o que fazer.
- Maya e Alejandro com certeza foi o bola-fora da série. A história dos dois começou até legal, mas foi só o Sylar entrar no meio que virou um legítimo dramalhão mexicano. Eu torcia à toda hora pro Brain-eater acabar logo com os dois…
- Eu achei muito legal o desenvolvimento da Monica. Achei até legal como terminou a participação dela. Aliás, o núcleo Nikki-Micah-DL-Monica foi bem legal. Pena que a participação da Uhura foi curta…
- Claire se comportou como uma legítima adolescente. O namoradinho voador até que foi legal também…
- EU TENHO MEDO DO PAI DO PARKMAN! Aliás, do Parkman também.
- Também gostei do casal Parkman-Suresh. Espero que eles continuem juntos como uma família feliz com a Molly na terceira temporada.
- Hiro no passado foi legal, pena que se extendeu demais… Os motivos pro Kensei/Adam Moore virar malvado não desce até hoje…
- E pra terminar, só espero que o sangue da Claire não vire desculpa padrão para ressucitar personagens…
Bom, é isso. Agora é só aguardar o fim da greve e o terceiro arco da série…
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