Arquivos do mês de January, 2006

Uma bela surpresa

Estou eu passeando pelo orkut quando me deparao com uma surpresa de um outro desenhista que admira o meu trabalho, conhecido como Savage

Domo arigatô Savage-san emoticon



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¿Donde estás inspiracíon?

Às vezes odeio depender de inspiração…

Ainda mais quando é para terminar um daqueles frilas Classe I*. Tem horas que não adianta forçar a barra. Fico contemplando o monitor, o mouse, a tablet… Simplesmente o trabalho não saí. Ser uma ferramenta devia vir com um anexo de não-aborrecimento, não acham? Também nessas horas só posso culpar uma única pessoa: Eu mesmo. Afinal, quem mandou aceitar?… ¬_¬’ Depois eu reclamo dos meus amigos que me taxam de otário. E não posso deixar de levar em conta o desgate que isso causa a você como profissional… Não se enganem, pessoal. Webdesigner é que nem pedreiro: ganham pouco, controí toda a casa e é a construtora que recebe os elogios pelo trabalho.

Pior é quendo você chega a se empolgar com o projeto e depois por N razões perde o tesão da coisa. Aí só sobra uma vontade de se livrar logo, tentando fazer o melhor possível. Queria que desenhar fosse uma coisa mais mecânica, como física. Era só gravar umas formulitas aqui e acolá e voilà!! Uma mega animação em flash com bilhões de detalhes novinha saindo no capricho!

Bom deixa eu voltar ao trabalho, quem sabe o branco da tela me ajuda em algo?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

É… não esta ajudando…



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Another post…

Amizade envolve confiança. Ponto.

 

Bom, depois de ficar um bom tempo no teclado pensando em como desenvolver melhor esse tema, resolvi terminar o desenho acima…

Vou ficando por aqui, feliz por saber que ainda existem pessoas que confiam em mim! :)



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Inspiração nas horas mais inusitadas…

Incrível como as vezes coisas inusitadas nos inspiram… Eu tava meio chateado com umas coisas que andam rolando por aí e resolvi fazer esse desenho inspirado na série de anime Bleach, um dos animes mais interessantes que vi nesses últimos tempos…

Esse desenho foi inicialmente trabalhado no Photoshop CS2, onde eu regulei os níveis da imagem, depois o vetorizei pelo Freehand11, exportando ele para o Flash 8, onde eu reenviei para o Photoshop para trabalhar o fundo…

Fui! Espero que tenham gostado…



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Eu realmente merecia ouvir essa…

‘Não há nada demais em ser considerado uma ferramenta…’

Isso me lembra uma brincadeira que eu fazia sobre mim mesmo… As vezes devido ao volume detrabalho no escritório eu me apelidava de Adobym Photoshop©, a sua ferramenta de edição… E também tinha o Marcomedia SiteMaker®, o seu fazedor de sites como vc deseja, modelo com opinião própria excluida… heheh

Mas falando um pouco mais sério agora, das duas uma: ou a minha visão de mundo é muito errada, ou eu ando muito sensível nesses dias…

Por um lado esse tipo de coisa é bom. A gente fica tendo uma visão clara de como as pessoas lhe vêem… Ainda não estou no estágio de pedra em que coisas desse tipo não me afetem, mas acho que esse é o caminho para chegar até lá…

Bom, pessoal, fico por aqui… Inté

Depois se eu fico achando que a vida é um jogo aí eu é que sou o doente.
ps: tipo assim , doeu, tá ligado?



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About ByM – Minha vida Quadrinística – Parte 4

Ainda em 1991, influenciado pela Liga da Justiça cômica de Keith Giffen e Kevin Maguire, resolvi desenhar uma série semelhante…

Só que em vez de usar a Shot Circuit, usei os Anti-Vírus. Na teoria era para ser uma equipe de segurança, que patrocinados por um Tyrone regenerado, dono da TyCorp. As aventuras eram meio bobinhas e eu trouxe de volta alguns personagens da Preconceitos, como Destro Death e os Monstraikers, que receberam uma explicação tecno-mística (nossa que termo mais anos 90) para a sua origem.

Nesse embalo, experimentei também fazer algumas edições coloridas, que ficou desastroso, pois na época eu nem sabia o que era lápis aquarela e como não tinha muita paciência para colorir… isso durou mais ou menos uns 23 números. Fiquei nessa até 1993. Depois disso, só voltaria a desenhar em 1995 com a Saga do Anti-Cristo…

StreetButcher – A saga do Anti-Cristo, foi uma história que desenhei inspirado pela morte do Super-Homem, muito bombástica naquela época… E como eu já estava meio que de saco cheio de histórias de super-heróis, comecei a produzir esse massacre.

A história era mais centrada na Short Circuit (agora com um ‘r’ no nome do grupo) e ela já começava com um ar de ‘número dois’. Assim como as edições que saiam daqui que pulavam a cronologia eu ambientei a história após uma outra crise em que o grupo estava separado. E ela começa quando um psicopata condenado à morte é levado para uma corporação e é recriado como uma arma de guerra, denominada Anti-Cristo.

Ele é recrutado por essa corporação, chamada Hellson para achar um artefato chamado Espada do Caos, cujo dono, Inquisidor-Chefe estava ferido nos esgotos da cidade após uma terrível batalha que aconteceu numa história anterior ‘não publicada’. Durante a batalha o Anti-Cristo, é empalado pela Espada do Caos. Num ato de fúria, ele quebra a espada e acaba absorvendo o seu poder, tornando-se um ser indestrutível… Resultado: sobrou para a Short Circuit aliada aos Dark Angels, um grupo aliado/rival, tentar derrotar o monstro. Desenhei dois livros dessa saga… Umas 165 páginas…

Já não tinha tanto tempo quanto antigamente…emoticon

Abandonei a história porque eu já não sabia como terminá-la… Fora o fato que como eu nunca iria publicá-la, parecia perda de tempo, não é mesmo…

E assim deixei de desenhar os quadrinhos de super-heróis uniformizados, pois estava a explorar um novo filão que surgia… Quadrinhos com um ‘Q’ de sobrenatural…

Mas isso é coisa para um próximo artigo, onde irei contar falar sobre Thomas, a história mais refeita na minha vida…



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About ByM – Minha vida Quadrinística – Parte 3

O ano era 1991 e eu queria provar para mim mesmo que era capaz de fazer uma história com mais de duzentas páginas (!!!). Então comecei a minha mega-saga, Preconceitos, do ponto onde PowerBack parou.

Com a traição de Max Wilson, os Computadores Tiranos mandaram a segunda frente de combate: Os Monstraikers (Monster+Striker e, sim, era escrito errado mesmo, para ser diferente, era o que dizíamos ser style na época ^_^’) um bando de licantropos ciborgues, liderados por Destro-death, um ciborgue assassino rival de Max. Mas logo nos primeiros capítulos, descobrem estarem sendo manipulados e parte do grupo se divide, indo defender os mocinhos…

Parte do plano dos Computadores Tiranos era acabar com uma equipe de hackers chamada Anti-vírus. Um ps importantíssimo: a saga se passava em 2020 e os Anti-vírus eram de 1998 (tão distante naquela época). Bom, a história foi seguindo com o lado dos mocinhos, até que os Computadores assumem formas humanóides, passando a se chamarem TYRANNUS!

Eles eram quatro: Tyrone, um superlicantropo ciborgue capaz de combinar formas; Tyrannus 2, que mais parecia uma cópia paraguaia do Alien (derrotado facilmente); Tyrannus III, que uniu a sua mente com a de um vilão inimigo dos Anti-Vírus (derrotado com dificuldade), chamado Caçador; Tyfour, um pirata ciborgue de metal liquido – que resolveu não participar do conflito… A guerra foi seguindo, com direito ao vilão (Tyrone) questionar a sua luta, devido a se apaixonar pela irmã de Wallace e a levar para cama (!!!). Mas no fim, os Anti-Vírus e a Shot Circuit se juntaram com os Monstraikers e destroem Tyrone, numa batalha épica no fim dos tempos… (isso tudo em 323 páginas, feita em sete meses… Ufa…)

Parecia que era o fim da ameaça de Tyrannus…
Até que…



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About ByM – Minha vida Quadrinística – Parte 2

Depois da minha primeira aventura no ramo dos super-heróis, FlashBack, eu produzi a continuação, FlashBack 2, mostrando as conseqüências da mudança espaço-temporal que Wallace fez.

A mãe e a irmã morrem num acidente de carro, e ele descobre na verdade ele era filho do seu tio, fruto de um caso proibido. Para piorar, surge o avô de Wallace, que também tinha poderes, que o impediu de voltar no tempo de novo para não complicar ainda mais as coisas. Eu ainda apresentava mais alguns membros da exótica família… Criei uma irmã gêmea para ele, que também tinha poderes de manipulação espaço-temporal e Dexter Wilson, um nerd que tinha os poderes do Nuclear e do Capitão Átomo juntos (e um visual que combinava elementos de ambos)… (santa originalidade, Batman!).

E piorando mais ainda, o pai dele ‘descobre’ que também tem poderes. Confesso que na época me achava o gênio dos quadrinhos, hehe (¬_¬’). Essa mini-série de dois capítulos teve cerca de 50 páginas…

Influenciado pelo drama dos X-men e pela saga ‘Massacre de Mutantes‘, resolvi que a terceira aventura dos Wilsons seria em defesa dos paranormais (como eu chamava os mutantes do meu universo, batizado de Unexplored Worlds). E assim surgiu PowerBack, mini-série em três edições. Onde um cyborg (eu detestava usar a versão aportuguesada dessa palavra, achava tão desrespeitosa – engraçado, não?) é mandado ao passado pelos Computadores Tiranos para exterminar paranormais que ameaçavam o seu futuro.

O tal ciborgue, então começa a sua caçada pelo jovem grupo de paranormais conhecido como Shot Circuit, formado pelo trio de garotos da mini anterior, mais um jovem com telepatia cibernética e poderes magnéticos chamado Interface e tinha mais alguns personagens que não me lembro… Lembro que quando o ciborgue estava quase conseguindo derrotar os jovens (usando uma lança psíquica que sobrecarregava os poderes do alvo até matá-lo) o poder de Wallace se descontrola e o manda para o passado… Decididos a acabar com a ameaça, seguem atrás do vilão pelo tempo (no meu universo, viajar no tempo era fácil como atravessar a rua). e Vão para na época dos vikings, onde descobrem que com a viagem o tal ciborgue era um antepassado dos Wilsons, que foi seqüestrado pelos Computadores Tiranos e transformado num ciborgue para ser a arma perfeita contra os paranormais.

 
Então, Max Wilson (o ciborgue viking) volta para a época que havia sido mandado anteriormente e jura proteger os paranormais… (isso tudo em 70 páginas). E iso foi apena o topo do iceberg para a primeira megasaga que eu desenhara na vida: PRECONCEITOS.

Mas isso é uma outra história… emoticon
ps: tudo isso foi desenhado em pouco mais de cinco meses. Claro que as histórias eram somente feitas a lápis e eu não era um primor como desenhista emoticon… Como era bom ter tempo naquela época… emoticon



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About ByM – Minha vida Quadrinística – Parte 1

Tirei o dia hoje para dar uma arrumada nas minhas coisas… E mexendo nuns trabalhos antigos, acabei achando uma história que eu tinha desenhado há muito tempo. Precisamente há 11 anos. Uma megasaga ao melhor estilo Image dos anos noventa chamada "STREETBUTCHER – A SAGA DO ANTICRISTO". Antes de contar mais sobre essa pérgula, resolvi falar um pouco da minha vida quadrinística.

Eu comecei desenhando historinhas a la Turma da Mônica, aos seis anos e fui fazendo esse tipo de hq até lá pelos meus dez, onze anos, quando descobri os super-heróis. A primeira HQ que caiu em minhas mãos foi uma Superaventuras Marvel que contava a origem do Pantera Negra. Engraçado que eu não curti muito as histórias porque elas não tinham fim. Nesse tempo eu voltei a ler quadrinhos da Disney. Adorava comprar as edições extras, que na época era baratas e algumas tinham mais de 200 páginas… Aos catorze num sebo reencontrei as hq de heróis, nas histórias do Hulk Cinza escritas por Peter David e desenhadas por Todd McFarlane. Ai eu passei a colecionar tudo, com um gosto especial por mini-séries, exatamente por serem histórias fechadas.

Foi nessa época que eu desenhei minha primeira ‘mini-série’, em 1990: se chamava FlashBack. Era a história de um garoto (Wallace Wilson) de 16 anos que tinha o poder de voltar no tempo e o usa para salvar a sua tia, irmã de sua mãe que morreu nas mãos do seu tio que era um marido violento (que espancou impiedosamente o protagonista)… No fim, ele consegue salvar a tia e também o tio, que havia se tornado um bom sujeito. Isso tudo descrito em três capítulos de 20 páginas cada.

Mas não acabou por aqui… Amanhã eu conto sobre a continuação de FlashBack… Batizada Magistralmente de… FlashBack 2!



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Um re-oi para não perder o hábito…

Eu gosto de blogar com uma certa freqüência, porque além de ser uma catarse para assuntos mais pessoais, serve também para mostrar o meu jeito de ver as coisas. Mas essa semana foi braba. Além do tempo – ou melhor, a falta dele, tem os estresses do trabalho (férias, pleaaase, urgente!!!) e dos frilas. Por isso nem tive o que comentar nessa semana que passou.

Bom atualizando um pouco as coisas: consegui por as mãos nas temporadas completas de um dos meus seriados favoritos: The Office. A série de comédia britânica (by BBC) ‘simula’ uma espécie de documentário que se passa num escritório administrado por um chefe insano. A série teve duas temporadas mais um episódio duplo especial de natal, onde a série termina com chave de ouro. Eu recomendo…

Falando em terminar, assisti também o movie do anime Full Metal Alchemist – O Conquistador de Shamballa, que serve como um epílogo da série, que teve um final polêmico (para mim, foi perfeito) amarrando os fios soltos na trama. Preciso urgente comprar actions figures dessa série…

Outro filme que caiu em minhas mãos foi uma comédia de humor negro/terrir chamado ‘Santa Slay’. A trama é simples: Há mil anos atrás, havia um demônio que atormentava a humanidade, filho do próprio Coisa-ruim. No dia de seu nascimento, que coincidentemente caia no vigésimo quinto dia do décimo segundo mês do ano, ele promovia o ‘Dia da Matança’. Até que um anjo veio à Terra, se disfarçando de velho e numa aposta com esse demônio o faz praticar a bondade e distribuir presentes para as crianças boazinhas por mil anos. Seu nome: Papai Noel!! O problema é que esses mil anos terminam em 2005 e ele volta dessa vez nada amigável… Apesar de não curtir muito esse estilo de filme, me diverti bagaraio!

Bom, acho que é isso…
Incrível como falta de assunto pode render alguma coisa…



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The ByM Adventures by Marco - Baseado no tema Sping Flavour criado por Fredrik Fahlstad. Ícones feitos por Kevin Potts.
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