Arquivos do mês de December, 2005
O caminho que a gente escolhe…
Cá estou eu, desabafando sobre o teclado, refletindo os prós e contras de 2005…
Este foi um ano curioso… A maioria dos meus problemas se concentrou em apenas um aspectro da minha vida, mas esse também foi um ano de pequenas, porém importantes vitórias…
Consegui comprar com a ajuda da minha irmã uma casa, onde eu posso viver com a minha família em paz. Paz esta conquistada a duras penas, mas que agora segue consolidada. Por mais piegas que pareça dizer, amo muito a minha família e fico feliz de tê-los ao meu lado.
Outra coisa boa foi eu ter comprado o meu N-Gage. Por mais ‘ultrapassado’ que pensem que seja o aparelho, ele é um ótimo mp3 player, rádio, video-game e celular. E eu ainda consegui ressucitar o meu velho e injustiçado MC60, agora convertido para multíplas operadoras.
No trabalho as coisas seguiram bem… Muito corre-corre é verdade, mas mesmo a rotatividade no escritório não impediu que conseguissemos fazer bons trabalhos… Agora mal posso esperar pela minhas merecidas férias.
E os amigos? Nesse ponto não tenho o que reclamar. Confesso que em ausentei um pouco esse ano, mas fico feliz por ter eles por perto…
Bom… e o amor? Esse sentimento estranho, que para alguns faz mais mal pelo sofrimento que causa do que bem… Esse ano nesse quisito foi – usando um adjetivo ameno – hecatômbico. Bom, pelo menos aperndi uma valiosa missão, na qual está me guiando pelo caminho que resolvi seguir. Não é o caminho mais tranquilo e bonito, mas qual não é?
E assim termina minha retrospectiva 2005…
Um brinde a todos os jogadores, tanto os que perderam quanto os vencedores…
E Feliz 2006.
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Natal e a Caixa Preta das Trevas…
Natal. Época de se ganhar presentes, reforçar os laços de amizade, de família etc e tal… Também é tempo de Roberto Carlos Especial, ouvir o assassinato, quer dizer, o CD da Simone, e de beber bastante Coca-cola… Isso sem falar no mais importante: RABANADA!!!! Bom, pra mim, essa é a parte favorita do Natal…

Ok, não foi dessa vez que eu ganhei a caixa preta das trevas, apelido carinhoso do Playstation 2. Eu tenho diversos motivos para desejo de tal artefato tais como:
- poder jogar todos os jogos do PSOne, o que é uma mão na roda…
- emuladores de Mega Drive, Master System e Nes, Super Nes, Game Boy Advanced
- ser uma ótima estação de entretenimento (DVD, Música e é claro, Jogos)
- coincidentemente, os meus jogos favoritos tem para Playstation: Final Fantasy X e X2, Onimusha, Kingdom Hearts 1 e 2, Neo Geo Battle Coliseum e é claro…

Lenneth e Silmeria, protagonitas dos jogos da série Valkyre Profile
Valkyrie Profile foi um game para PSOne, lançado no Japão em dezembro de 1999, pela produtora Tri-Ace que faz parte da Square-Enix, responsável por sucessoso como Final Fantasy e Dragon Quest, RPGs de sucesso. Relançado agora para o PSP (Playstation Portable), rebatizado como "Valkyrie Profile: Lenneth".

O título se baseia livremente na mitologia nórdica, trazendo personagens e nomes conhecidos, mas nem sempre seus papéis estão de acordo com a lenda original. No jogo, o deus da raça Aesir, Odin, recebe a previsão que a batalha final celestial, a Ragnarök, está iminente e interpreta isso como um confronto definitivo contra os Vanir, outra raça de deuses. Para arregimentar soldados para essa guerra, convoca a valquíria Lenneth para buscar almas de poderosos guerreiros no mundo dos humanos, a Midgard.
Sendo assim, o jogador controlará Lenneth, que, sobrevoando Midgard, ouvirá pelas vozes de guerreiros em seu leito de morte ou de criaturas malévolas. Cada soldado morto enviado ao mundo dos deuses tem sua característica própria e seu valor será definido por Odin. Com bons guerreiros, a competência de Lenneth será reconhecida, mas se não estiver cumprindo sua missão, um enviado de Odin, o poderoso Frei, lutará contra o jogador.
O seu grupo de combate é composto por até quatro integrantes. Lembrando um pouco o sistema de "Final Fantasy VII", os combatentes podem atacar quando seu tempo de espera chegar a zero. Cada um deles é associado a um dos botões principais e os golpes variam conforme sua classe. Guerreiros fazem combos, enquanto magos usam encantos poderosos. Naturalmente, há também ataques especiais, que provocam danos catastróficos no oponente.
A versão para PSP terá a tela adaptada para o formato widescreen e haverá novas cenas não-interativas, que remeterão ao game para o PlayStation 2, "Valkyrie Profile Silmeria", que acontece centenas de anos antes do episódio original.
O remake de "Valkyrie Profile: Lenneth" é exclusivo para PSP.

Valkyrie Profile Silmeria é a continuação do jogo de mesmo nome, a ser lançado em 2006, mas contará os eventos aconteceram centenas de anos antes do primeiro episódio. Neste segundo capítulo, Dipan é uma próspera cidade de Midgard. Já no mundo dos deuses, a valquíria Silmeria acaba por confrontar Odin, o líder dos deuses, e este a pune confinando no corpo de uma humana, a primeira princesa de Dipan, Alisha.
Mas essa personalidade divina, que deveria ficar adormecida, passa a conviver com a consciência da própria Alisha. Pensando que sua filha fora dominada pela loucura, o rei de Dipan confina a princesa num castelo abandonado. Já Odin, disposto a contornar a situação, envia Hrist, a primogênita das três deusas do destino, da qual fazem parte Lenneth, protagonista do primeiro "Valkyrie Profile", e a própria Silmeria.
"Valkyrie Profile: Silmeria" deverá responder a algumas perguntas, como, por exemplo, os acontecimentos que levaram o espírito da protagonista ficar presa no castelo de Brahms.
A mecânica básica de game deverá herdar boa parte do que fez sucesso no antecessor, mas, agora, nas telas de mapa, será possível usar uma luz mágica, que permite trocar de posição com o alvo e, assim, avançar pelo cenário.
O sistema de combate também será similar ao original, com até quatro guerreiros no grupo, sendo que cada um deles tem um botão associado. Com isso será possível atacar com combos e golpes que envolvam todos do grupo. Mas o "Advanced Tactical Combination" deverá ter algumas novidades também.
Também deverá existir elementos de exploração, pois no antecessor era possível encontrar os mais variados tipos de guerreiros.
"Valkyrie Profile Silmeria" é um jogo exclusivo para PlayStation 2.
Mal posso esperar por isso…
Eu realemnte preciso da caixa preta das trevas na minha vida, hehehehehhehe
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Fonte: UOL Jogos
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Testando…
Estou testando, para saber se é possível colocar animações em flash aqui no blogarium…
A animação em questão é o especial que fiz do ByM Adventures. É levemente grande (cerca de 750k) e não tem loading…
Bom… descobri que não funciona…
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Objetos nerds indispensáveis em nossas vidas
Lightsaber e o poder da Força – ok, não sou fã de Star Wars, mas tenho que admitir: aqueles sabres de luz tem uma baita utilidade, fora as midichloreans. Imagine a cena: vc numa fila que não anda, sem paciência. Se você é um Jedi, usa o seu poder para apressar o caixa ao mesmo tempo que usa a força para afastar todo mundo. No modo Sith – meu favorito – Sacava o meu lightsaber duplo e… Vrummmmm – Vrummmmm – Vrummmmm…. Em dois minutos chegava a sua vez.
Teleporte – seria o fim da perda de tempo no trânsito. Era só pegar o meu celular e dizer, ‘Scott, ByM para subir’, ser desintegrado e reintegrado e voilà!! A única coisa chata era que não haveriam mais desculpas para se chegar atraso no trabalho.
Lacuna Inc. – problemas com lembranças desagradáveis? Nunca mais! Umas rápidas visitas a essa maravilhosa empresa e seria o fim das depressões e saudades frustradas…
DeLorean – no caso o modelo clásico de 2015 equipado com Mr.Fusion e rodas flutuantes. Garanto que minhas aulas de histórias e minhas visitas as casas de apostas nunca mais seriam as mesmas!
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Build
Você sabe quem foi o grupo The Housemartins? Eles tocavam aquela música, chamada Build? Como não sabe? Ela estorou por aqui em terras barzilis lá pela década de oitenta… Bom, tá certo que aqui ela era mais conhecida como ‘Melô do Papel’. Agora ficou fácil, não é? Pois bem, numas dessas conversas entre o pessoal do escritório, essa música caiu no assunto, especialmente sobre o refrão que dava o apelido a ela (Pá-pá-pá-pá-pel). Aí movido por uma curiosidade e com uma ajudinha da Oráculo (tb conhecida como Google), pesquei alguams informações sobre a banda e a música…
Apesar de pouco conhecidos por aqui, The Housemartins foi muito popular na Inglaterra, recebendo elogios da crítica especializada. O grupo foi formado em 1984. Sua primeira música de sucesso veio com o single "Happy Hour", em 1986, entrando pela primeira vez na parada britânica. O primeiro álbum do grupo – London 0 Hull 4 – foi lançado logo em seguida, também entrando na parada Top Ten. Ainda em 1986, chegaram ao primeiro lugar na Inglaterra com a versão a capela de "Caravan of Love". Comparações entre The Housemartins e The Smiths são inevitáveis. A começar pela semelhança dos vocais de Paul Heaton e Morrissey.
Em 1987 lançaram o álbum The People Who Grinned Themselves To Death, trazendo as músicas "Five Get Over Excited" e "Me and the Farmer", que fizeram bastante sucesso na Inglaterra, além da famosa "Melô do Papel" ( Build ), que só tocou no Brasil. Em 1988 começaram a ser considerados um dos grupos mais populares da Inglaterra. Foi quando decidiram terminar. Um dos motivos foi a divergência de opiniões entre Paul Heaton ( vocais e guitarra ) e Norman Cook ( guitarra ). Enquanto um queria produzir um som mais elaborado, voltado ao jazz, o outro queria se aproximar da dance music.
Além de "Build", o grupo não emplacou nenhuma outra música por aqui. Nos Estados Unidos também são quase desconhecidos.
fonte: musicabase.com
ps: a coletânea deles é muito boa MESMO!!
De brinde a letra e atradução da Melô do papel:
The Housemartins – Build
Clambering men in big bad boots
Dug up my den, dug up my roots.
Treated us like plasticine town
They build us up and knocked us down.
From Meccano to Legoland,
Here they come with a brick in their hand,
Men with heads filled up with sand,
It’s build.
Chorus:
It’s build a house where we can stay,
(pa-pa-pa-papel)
Add a new bit everyday.
(pa-pa-pa-papel)
It’s build a road for us to cross,
(pa-pa-pa-papel)
Build us lots and lots and lots and lots.
(pa-pa-pa-papel)
Whistling men in yellow vans
They came and drew us diagrams.
Showed us how it all worked out
And wrote it down in case of doubt.
Slow, slow, quick, quick, quick,
It’s wall to wall and brick to brick,
They work so fast it makes you sick,
It’s build.
Chorus.
Down with sticks and up with bricks,
In with boots and up with roots,
It’s in with suits and new recruits,
It’s build…
Construção
Escaladores em grandes botas ruins
Cavando meu covil, cavando minhas raízes
Tratou-nos como uma cidade de plasticina
Eles nos construíram e nos derrubaram
De Mecanno a Legoland
Eles vêm com um tijolo em suas mãos
Homens com a cabeça cheia de areia
Está construido
refrão
Está construída uma casa onde nós podemos ficar
(pa-pa-pa-papel)
Coloca-se um novo pedacinho a cada dia
(pa-pa-pa-papel)
É construída uma estrada para que nós cruzemos
(pa-pa-pa-papel)
Construa-nos muitas e muitas e muitas
(pa-pa-pa-papel)
Homens assobiando em camionetes amarelas
Eles podem e nos desenham diagramas
Mostrando-nos como tudo funcionava
E anotaram em caso de dúvida
refrão
Lento, Lento, rapido, rapido, rapido
É parede por parede e tijolo por tijolo
Trabalham tão rapido que ficam doentes
Está contruído
refrão
Para baixo com os bastões, acima com os tijolos
Entrem com carregadores, subam com as raizes
Estão dentro com ternos e novos recrutas
Está construído
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A Mão boba das trevas… (UPDATE)
Depois da volta da Cyberforce, como foi noticiado no Melhores do Mundo, vi no Sobrecarga que o anime da Witchblade estréia ano que vem. Inspirado na hq homônima, publicada pela Top Cow, divisão da Image Comics, o desenho deve chegar às telas do Japão em abril do próximo ano.
Com 26 episódios planejados, a série da Gonzo Digimation terá uma protagonista japonesa, ao invés de Sara Pezzini, a policial que tornou a arma mística famosa nos EUA. Ainda não há definição a respeito da companhia responsável por trazer a série para o ocidente.A Top Cow, no entanto, já fechou um acordo com a Kodansha, que publicará o mangá de Witchblade numa ação conjunta com o desenho

Witchblade dos quadrinhos e do anime
Witchblade conta a história de Sara Pezzini, uma policial de Nova Iorque que numa investigação a uma denúncia de que os chefes do crime organizado de Nova York estavam se reunindo num galpão abandonado. No local, seu parceiro foi morto pelos bandidos, enquanto Sara foi salva pelos poderes de uma manopla mística que lhe confere superpoderesque estava sendo disputada pelos bandidos, que passa de geração em geração e só pode ser usada por mulheres. Os homens que tentaram controlar seus poderes foram mortos. A partir daí Sara encontra uma arma que lhe confere o poder de fazer justiça com as próprias mãos, ao mesmo tempo que que é perseguida por possuir tal poder.
Em 2001, Witchblade virou uma série de tv. Apesar do apelo sensual nos quadrinhos ser um dos responsáveis pelo sucesso entre os leitores, em parte devido ao desenhista Michael Turner, na televisão a policial Sara Pezzini não explora muito esse artifício. Sobre a mudança no conceito, Mark Silvestri (criador da heroína) disse que foi proposital. Que eles quiseram deixar a série com um ar mais policial e com fortes doses dramáticas, mas manter o clima gótico. A série teve apenas uma temporada, em parte devido aos problemas com alcoolismo da protagonista da série, Yancy Butler.
Esse post é dedicado ao meu amigo Pablo, fã da Witchblade…
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Um breve update: Li no Omelete que ano que vem um filme da Witchblade entrará em produção. Numa iniciativa conjunta da Relativity Media, IDG Films, Arclight Films e Platinum Studios, além de Marc Silvestri que ser´o produtor executivo… O filme – na verdade dois, que serão rodados ao mesmo tempo – naõ terá sem nenhuma ligação com a série de tv, mas sabe-se que a protagonista será Sara Pezinni.
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Eu venderia, se pudesse…
Às vezes, o que muitos consideram em mim a minha maior qualidade mais me parece uma maldição…
Às vezes, saber desenhar mais parece um fardo… Não digo nem pelo volume de trabalho, pelo custo do material ou pela exigência que o mercado exige… falo isso por aquelas pessoas que só se lembram de você por você ter uma talento/habilidade sobre certa área (no meu caso, o desenho).
Fora isso tem sempre aquele papo de que "você tem um dom dado por Deus e blá, blá, blá, blá". Pra começar, se eu viver pensando que eu sei desenhar pro benevolência diviva, eu teria solicitado ao cara lá de cima que trocasse minha habilidades artísticas pela fortuna da família Hilton. E quem nunca passou por aquela situação de colégio em que aqueles caras que nunca souberam da sua existência se tornam do nada sues amigos do peito na aulas de artes (que eu odiava, pois a professora exigia que eu sempre tirasse nota A só porque sabia desenhar).
Pior quando sempre aparece alguém que volta e meia pede um desenho. Como se fosse a coisa mais fácil do mundo. É batata: a pessoa lhe conhece, até que no papo descobre que você desenha… Então, qual a primeira coisa que eu ouço? ‘Ah, faz um desenho meu?’ Bom para isso eu tenho uma saída divertida… Comento que para desenhar fulano eu teria que ser tão bom quanto H.R.Giger* ‘Para fazer uma coisa realista?’ "Não, porque eu não sei desenhar monstros tão bem quanto ele". Claro que de vez em quando eu cometo a burrada de prometer um desenho a um e outro. O que não entendem é que eu só posso fazer esses desenhos, nos meu tempo livre…
Sabe, enche o saco a pessoa te ver apenas como desenhista. Não te ver há um tempão e quando vê só lembra que eu devo um desenho a ela… De apenas achar que a única coisa que você sabe fazer bem na vida é isso…
Sei que isso não acontece só comigo e na minha área…
mas mesmo assim não deixa de ser chato, concordam?
*Criador do visual do Alien e de diversas monstruosidades….
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Uma visão leiga sobre o famoso pinguím…

Cena deletada de Kill Bill, dirigido por Linus Torvalds
Eu nunca entendi o fascínio que o Linux exerce sobre as pessoas… A única certeza que tenho é que ele é ‘de grátis’. Claro que tenho muitos amigos que citam mil vantagens do pinguímzinho em contrapartida do $istema operacional do Tio Bill.
Pelo o que eu entendi. Ele é mais seguro, mais leve de se usar, não trava, ótimo para redes, tem ótimos softwares e é de graça. Bom, não duvido disso, mas confesso que a sensação que me passa é que é um sistema que só experts m programação usam… E quando o assunto é programar, eu sou um ótimo pianista. Eu entendo o suficiente de actionscript para poder sobreviver o básico no flash e html não é considerado linguagem de programação.
Não que eu ache isso ruim, eu tenho muita vontade de dá um pé nas Janelas e adotar o Tux como meu novo mascote, mas o famoso medo da mudança, de adaptação e do pior: se algo der errado no comp eu não saberia o que fazer… Funcionalmente falando, como eu trabalho com webdesign não achei nenhum similar para o Flash e o Gimp, alternativa para o Photoshop, não me agradou…
Acho que o meu problema é um pouco de comodidade… Eu cresci usando Windows, usei pouquíssimas vezes um Mac e Linux eu só vi de longe, na casa de um amigo, onde o irmão dele, formado em programação, se divertia… E confesso, acho a interface do XP bonita… ¬_¬’
Bom, acho que é isso…
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