Brincando de rabiscar
Sempre tive uma certa dificuldade em se trabalhar com tablets. O que eu achava mais complicado era a sensação de desenhar olhando para a tela com a minha mão desenhando em outro canto. Eu me sentia meio que separado, fazendo duas coisas ao mesmo tempo. Então continuei a usar o mouse para colorir. desde que eu adquiri um tablet PC da HP (aquele que gira a tela), nunca tiva tempo para me dedicar verdadeiramente a desenhar direto na tela. Eis que tomei coragem e me aventurei a fazxer um desenho pra valer:

Ainda preciso me acostumar mas foi uma experiência bem legal que pretendo repetir muitas outras vezes…
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Find 2010
Nesse domingo, aconteceu a quinta edição do FIND – Fórum Internacional de Design e Tecnologia Digital. O evento é voltado para designers, webdesigners, publicitários, diretores de criação e gestores de agências interativas, tendo como objetivo principal firmar o Brasil no mercado internacional de internet, a partir da troca de experiências com profissionais de diferentes países e da formação de uma grande rede de relacionamento.
Esse ano, o evento trouxe palestrantes de Nova York, Buenos Aires e São Paulo. Os temas das palestras foram bastante interessantes, nem tanto enfocado no design em si Minha conclusão é que cada vez mais a internet está deixando de ser uma coisa elitista. E esse público, essa nova “classe social digital” é um mercado a ser estudado, explorado e enm um pouco subestimado.
Apesar do ótimo enfoque sobre os usuários , redes sociais, comportamento do usuário, eu achei o evento do ano anterior melhor, pois enfocou um pouco mais sobre design, que é a área que eu trabalho e estudo. Em compensação, teve um dos brindes mais legais: a edição de março da Revista Websdesign, que virou a Wide, com os portfólios das agências interativas brasileiras de 2010. Uma ótima fonte de consulta para servir de inspiração em meus projetos…
Finalizando, começou o Peixe Grande 2010, um concurso de sites que tem o objetivo de premiar os melhores projetos desenvolvidos no país, visando destacar anualmente no mercado as maiores agências, profissionais e blogs brasileiros, estimulando, assim, o desenvolvimento de grandes cases. É promovido há seis anos pela Arteccom, tendo conquistado, ao longo deste tempo, grande credibilidade e reconhecimento internacional. Eu já me inscrevi e coloquei o selo na barra ao lado. Se eu conseguir estar entre os b35 finalistas, já vai ser lucro!!

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Falando (mal) de quadrinhos…
Todo fã de quadrinhos tem um Q de fã de futebol. Gosta de se colocar como o técnico, reclama de uma escalação aqui, outra acolá. Criticam certos rumos, certas mudanças. Não sou daqueles que achou heresia o Asterix comer no McDonalds. Mas fui um dos que reclamou do One More Day do Homem-Aranha e minha fé em Grant Morrison foi profundamente abalada na Crise Final. O que isso tem a ver com o artigo de hoje? Os mesmos escritores responsáveis por esses eventos polêmicos estão de volta, trazendo mudanças em dois ícones na DC: Batman e Mulher Maravilha.
>>>>>>> Sim, possuí spoilers! <<<<<<<
Não acompanhei todos os trabalhos quadrinísticos de J. Michael Straczynski. Só assisti a Babylon 5 e acompanhei algumas aventuras do Homem-Aranha. Apesar de saber que ele não foi 100% responsável pelo fim do casamento do Amigão da Vizinhança (não é Quesada?), mesmo assim, nunca fui tão fã dele. Agora ele é o responsável pela reformulação da Mulher Maravilha, mudando o uniforme da personagem (criado por Jim Lee), e a colocando numa realidade alternativa, com uma nova origem, redescobrindo os seus poderes e procurando uma maneira de entender o que está acontecendo. Como disseram, reformulando a personagem para uma nova era. Alguém mais além de mim sentiu uma vibe One More Day?
Eu admito que seria complicado trabalhar com a personagem. Apesar do background da personagem, muitos a vêem como uma gostosa com um maiô estampado com a bandeira dos EUA. A alternativa do Jim Lee para o uniforme não foi tão ruim. Lembrou-me um pouco o uniforme da versão Lordes da Justiça, do desenho da Liga da Justiça. Claro que a jaquetinha-anos-90 era desnecessária.

Lendo os dois primeiros números dessa nova saga, confesso que não me empolguei muito. É esperar para ver.
A outra grande(?) mudança foi com o Cavaleiro das Trevas, sob a batuta de Grant Morrison. Eu li pouca coisa da fase dele, até porque não estou numa fase tão fã do homem-morcego. Mas gostei de Batman & Robin, onde ele mostrou como é complicado seguir um legado, seja Dick Grayson como Batman e Damian Wayne como Robin. Mas como sempre acontece nos quadrinhos, nunca ninguém morre para sempre. Hoje em dia, nunca se morre por muito tempo (ou vocês realmente acham que o Cable vai demorar a voltar?). Bruce Wayne retorna, com um novo uniforme e com ele o retorno da elipse amarela no emblema do morcego e o fim da cueca por cima da calça, substituída por uma saqueira. Quer saber? Ficou esquisito. Lembrou bastante o uniforme de uma versão ultimate criada pela Revista Wizard em 2003 (aliás, essa versão e a de outros personagens da DC merecem um artigo aqui no blog).


A versão Ultimate criada pela Wizard em 2003
Eu não sei se vou acompanhar essa fase. Prefiro esperar o uniforme antigo voltar. Ou vocês acham que vai demorar muito para isso?
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Unboxing e Review Mage Knight Iron Rain Hill Giant
Cá estou de volta, e desta vez com uma novidade. Resolvi fazer um vídeo com o unboxing e review da minha não tão nova aquisição. A idéia do vídeo foi do meu fornecedor oficial de D&D Minis e afins, Zontel. Segue o vídeo:
Para acessar a loja do Zontel no Orkut, clique aqui!
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Os 6 melhores momentos do Big Boss no ByM Adventures
Oi pessoal…
Hoje é o aniversário do Big Boss. Para comemorar, resolvi preparar uma lista com os cinco seis melhores momentos dele durante o ByM Adventures. Vamos lá?
6 – Kill ByM (ed.09 – segunda temporada)

Particulamente adoro essa capa. Além de homenagear o clássico Kill Bill de Tarantino, Teve tudo a ver na época com a história, onde o Big Boss queria acabar com o ByM por tudo o que tinha acontecido.
5 – “Bom… Dia…” (ed.1 – primeira temporada)

Não é nem só por essa ser a primeira aparição do personagem, mas porque foi baseado num fato real. No escritório em que trabalhávamos as portas tinham uma “janelinha”, de onde podiamos olhar para o corredor e sermos observados. Um dia, logo de manhã, todo mundo estava numa das salas, falando sobre animes quando percebemos o Big Boss olhando sério pela janelinha. Todos parados sem o que dizer, auando ele dá um sorrisinho a la Jack Nicholson naquela cena da porta d’O Iluminado, dizendo pausadamente “Bom… Dia…”. Caímos todos na gargalhada e fomos correndo trabalhar.
4 – “Eu sou mau, perverso e o vilão da história…” (ed.6 – primeira temporada)

Eu particulamente adoro toda essa sequência do pedido insistente do ByM para ser liberado para ir à MangaTokioCom, mas eu escolhi esse pedaço pela cara do ByM ao ver o big boss por um momento posar de vilão de quadrinhos…
3 – Primeira aparição do Asgardian Big Boss (ed.12 – segunda temporada)

Além de ser a centésima página desnhada da série, foi um dos melhores momentos “Caraio, Phudeu” que já desenhei.
2- Cosplay (ed.7 – primeira temporada)

Desde a idéia do arco Mangácom, eu queria colocar o Big Boss fantasiado, eu queria colocar uma coisa meio “Curtindo a Vida Adoidado”, onde ele faria de tudo para trazer o ByM de volta. O problema era qual cosplay usar. Não queria nada que ridicularizasse o personagem e ainda por cima fosse facilmente identificável. A primeira ideia seria vestí-lo de Hagrid, mas não ficou legal. Pensei até em Volstagg, mas aí distoaria muito do tema anime. Foi então que lembrei do Rei Cutelo, que caiu como uma luva, justamente por lembrar o visual original do Big Boss.
Um curiosisdade: a primeira ideia era que tanto o Big Boss quanto o LBoss estivem fantasiados, mas o LBoss estaria vestido de Totoro. Mas por não achar na época uma maneira que ficasse legal, deixei só o Big Boss fantasiado.
1 -Violent Big Boss (ed.7 – primeira temporada)

Para muitos essa é considera uma das melhores cenas da série. Ao melhor estilo King of Fighters (nos jogos clássicos, não nessas versões meio blé de hoje em dia). O vilão se levanta, cego pela fúria, com direito a aura negar e cheta code para habilitá-lo no playstation. O violente mode é descaradamente inspirado no Orochi mode, mais ou menos uma homenagem aos ataques de fúria que o Big Boss original tem uma hora ou otra. E acreditem… dá medo!
Ah, e se quiserem (re)ler o ByM Adventures, é só clicar no link no topo do blog, ok?
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Molecagens – Dr. D
Bom mais uma molecagem no universo de Capvel VS Marvcom: Dr. D – Mago Supremo e caçador de demônios. Um mashup do Dr. Estranho com Dante, de Devil May Cry. Esse foi apenas um esboço. Em breve faço uma ilustração mais detalhada…

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CAPVEL VERSUS MARVCOM – Magnus Bison
E aqui vai a versão colorida do Lorde do Psico-Magnetismo, governante de Genosha e líder da Evil Brotherhood of Shadallo, Magnus Bison!

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Roggy
Depois de uma briga para modificar um template de wordpress, no qual ele não funcionou de jeito nenhum no IE nem no Chrome, resolvi colorir o desenho da Roggy que fiz há algumas semanas…

E então, o que acharam?
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Quatro anos me fizeram diferença…
Eu comecei a organizar os meus trabalhos para uma reformulação no meu portfolio, organizando os meus trabalhos. Nessas horas há os desenhos antigos que saem, outros que dá pena de tirar e ainda há os que eu adoraria refazer. Entre esses classificados nessa última categoria tinha um desenho que fiz como cartão de natal em 2006, o segundo usando o Bloody Klaus:

Eu gosto muito desse desenho. Lembro-me que o lápis e a arte-final foram feitos em três dias durante os momentos de ócio no escritório e mais uma noite colorindo-o em casa. Na época eu procurei resporduzir o sombreado de dois-tons muito visto em animes, que me agradava bastante na época. Hoje em dia não sou tão mais fã desse tipo de colorido. Infelizmente por mais que eu gostasse dessa arte, ela não combinaria com o novo portfolio. Resultado: resolvi recolori-la e ficou assim:
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Bem melhor, não acham?
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